5 de ago. de 2014



Tratamento de restauração do nosso fluxo energético para o equilíbrio da energia vital.


Nossas sensações vêm do corpo, os sensos vêm da alma. Sensos são sensores que possuímos e que nos torna capazes de sentir o que nos faz bem e o que não faz, independentemente de nossas crenças e pensamentos. A alma é o abrigo da nossa espontaneidade e verdade mais profunda. A única confiável para nos indicar a melhor direção. Terna a nos conduzir eternamente para uma existência válida de uma vida com sentido.






Parte nossa responsável pelos relacionamentos, portanto a grande integradora do nosso Ser.






Integração- íntegra ação - a ação de integrar - relacionar todas as partes para a formação saudável de um todo – a ação que objetiva a integridade, o íntegro, o inteiro, o total.






A sede da alma é o nosso coração, órgão responsável por nossa existência.






Um corpo sem coração é um corpo sem vida. Um coração sem alma é uma vida sem sentido.Todo o funcionamento do nosso organismo depende do bom funcionamento do nosso coração, assim como todo o funcionamento da nossa vida depende do bom funcionamento da nossa alma.






A função da alma é nos integrar e a da respiração é integrar corpo e alma.

18 de fev. de 2014

A massagem



Famosa por seus efeitos relaxantes, a Yoga Massagem  Ayurvédica também pode ser benéfica para a saúde e responsável pelo equilíbrio de corpo, mente e energia. A técnica, que mistura métodos de Yoga e Ayurveda, desintoxica o organismo, deixa as pessoas mais calmas e pacientes, reduz sintomas depressivos ou bloqueios emocionais, realinha a postura e previne doenças respiratórias, além de ser uma ótima fonte de rejuvenescimento e emagrecimento.
A massagem é feita por meio de toques profundos e vigorosos e utiliza produtos naturais, como o óleo vegetal. Este lubrificante é esquentado em um recipiente e aplicado em temperatura morna na pele. Cremes que contêm qualquer tipo de química na fórmula não são permitidos. A técnica começa a ser realizada pela coluna do paciente, que é a base de sustentação do corpo. Depois disso, os movimentos são estendidos ao pescoço, ombros, pernas, barriga, peito e rosto.
O óleo penetra na pele, ajudando a hidratá-la, dando mais elasticidade, beleza e movimento. Para ajudar no realinhamento postural e na flexibilidade da pessoa, misturo alguns movimentos e alongamentos inspirados no Yoga. A massagem pode ser dolorida em alguns pontos, já que funciona liberando as tensões e o estresse. A melhor forma de aproveitar as sessões é evitar contrair a musculatura, expirando profundamente. Quando a pessoa consegue relaxar, o chakra da sexualidade é estimulado e ela pode até sentir uma enorme sensação de prazer.

6 de fev. de 2014

Massagem Indiana-Bruna Brunatto

MASSAGEM INDIANA  Bruna Brunatto(48-99177717)

A base do método são os procedimentos da massagem tradicional indiana com posições da ioga. Ou seja, os deslizamentos, amassamentos e pressões com as mãos e os pés estimulam a circulação e aquecem a musculatura e as articulações, preparando o corpo para as flexões, torções e alongamentos baseados nas posturas da ioga .

A massagem alivia a tensão, fortalece o sistema imunológico, desintoxica o organismo e rejuvenesce a pele. Outro benefício é deixar os músculos mais tonificados e lubrificar as articulações. Por isso, ajuda quem tem reumatismo e artrose a ter mais qualidade de vida.

O foco na respiração é um ponto importante e vale para toda a sessão de massagem Indiana, que dura até 1h15. “A respiração faz 80% do trabalho, levando oxigênio para as células, relaxando a musculatura. Não é algo passivo, mas de conscientização, que vai gerando a mudança no físico e no mental

27 de jan. de 2014

SAÚDE

 


Os Vedas já nos disseram o bastante, mas nossa mentalidade ocidental vive de joelhos diante do altar da Ciência, pedindo informações e confirmações científicas, tidas como as únicas confiáveis. Pois bem, sendo assim, vamos tomar de emprestado alguns pesquisadores científicos mais recentes informações que considro importantíssimas, por insuspeitas e exatas. Vejamos o que eles dizem sobre o corpo, isto é, sobre nossa “máquina”.
Comecemos pelas células, esses subsistemazinhos tidos como os tijolos que formam o edifício do corpo.
Os cem trilhões de células que constituem o nosso corpo morrem numa proporção de 5.700.000 por segundo e, na mesma proporção, nascem suas substitutas. Quando estamos com saúde, as que nascem são exatamente iguais àquelas as quais elas substituem. Cada célula, dispondo de capacitância e indutância (constatado por Lakhovsky Meek), se comunica com as outras como se usasse uma espécie de walkie-talkie próprio. George Meek acredita que cada célula, ou melhor, cada “vida celular”, parece ter conhecimentos instintivos suficientes daquilo que lhe é essencial para que sempre se mantenha sadia e sadiamente se reproduza. As células tem mentes instintivas capazes de se comunicar entre si. Os sábios védicos mencionas “as pequenas consciências”. Não seriam as consciências celulares? Assim sendo, temos base para sugerir: “quando em relaxamento profundo, converse com suas células, ame-as, exalte-as, expresse-lhes sua confiança...” Isso poderá até curar câncer.
Quase todo o corpo é constituído de proteínas, as quais, como as células por ela constituídas, são permanentemente renovadas. As proteínas do fígado e da linfa são renovadas de dez em dez dias. A cada dez dias você tem um fígado novo. Em cada 158 dias seus pulmões, seu estômago, sua pele e seus músculos já não são os mesmos. Aliás, ficamos sabendo que nosso corpo é mudado de 158 em 158 dias. E onde fica a velha certeza de que nosso corpo tem tantos anos como já vivemos? Dá para continuar acreditando que nosso corpo é uma estrutura sólida, firme? Nada disso. Essas descobertas vieram justificar o nome que os velhos sábios da Índia davam ao corpo: anna-maya-kosha, traduzindo: “veste” (kosha) “ilusória” ou “nada além de” (maya) feita de material derivado dos alimentos (anna). Segundo eles, o corpo faz parte do universo, do jagat – o universo que não cessa de mudar, de se transformar.

Hermógenes, Sáude Plena com Yogaterapia, p.211